10/11/2016

Agência da Boa Notícia revela os vencedores do Prêmio Gandhi de Comunicação 2016

A solenidade de entrega do Prêmio Gandhi de Comunicação 2016 foi realizada, pela Agência da Boa Notícia (ABN), na quarta-feira (09.11), no Auditório Waldyr Diogo, da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec). Antes da premiação, a ABN promoveu, às 19 horas, o “Fórum Comunicação e Pauta Positiva – um olhar sobre os processos de produção dos meios e a interpretação da sociedade. Na ocasião, houve um debate sobre a construção da boa notícia, levando em consideração que o Jornalismo se alicerça em um processo de informação democrática e construção da realidade. Para refletir sobre o tema, a Agência da Boa Notícia convidou o jornalista Rinaldo de Oliveira, diretor do site SoNoticiaBoa, o advogado Marcos Colares e o jornalista Tarcísio Matos. Em 2016, o Prêmio Gandhi contou com 10 categorias e distribuiu um total de R$ 48 mil, cabendo R$ 6 mil para os vencedores das seis categorias profissionais e R$ 3 mil para os ganhadores das categorias estudantis e de produtor de conteúdo on line. Nesta nona edição, foram inscritos 120 trabalhos, sendo 62 de profissionais de rádio, TV, jornal impresso, internet e publicidade, 45 de estudantes de Jornalismo e Publicidade e 13 de produtor de conteúdo on line. Para o presidente da Agência da Boa Notícia, jornalista e professor Francisco Souto Paulino, a cada ano é marcante a evolução na qualidade dos trabalhos inscritos. Em nome da ABN, ele agradece a participação de todos os candidatos. “Todos mereceriam ser premiados pela produção de matérias jornalísticas, fotografias, anúncios e campanhas que apresentam contribuições para a Cultura de Paz”, diz. Conheça a relação completa dos ganhadores e das matérias premiadas. CATEGORIAS PROFISSIONAIS JORNALISMO IMPRESSO: Rômulo Almeida da Costa, Isabel da Silva Costa e Thaís Brito Mendonça, pelo Jornal O Povo, com a série Especial Juventudes. TELEJORNALISMO: Lyana Maria França da Costa Ribeiro, da TV Diário, e sua equipe formada por Tiago Lima Melo, Kílvia Muniz Silveira Girão, Maria Elba Batista de Aquino, José Maria de Melo Sousa, com a matéria Para Além das Margens. RADIOJORNALISMO: Ana Paula Lima de Araújo e Rachel Gomes Braga Monte, da Rádio Universitária. Matéria: Caldeirão: A força da fé. FOTOJORNALISMO: José Sérgio da Cunha Jr. (Kid Jr), do Diário do Nordeste. Foto/Matéria: Corda Bamba. PUBLICIDADE & PROPAGANDA: Victor da Rocha Mendonça, da 100 Graus Comunicação e Marketing Ltda., com a equipe formada por Carolina Mapurunga. Campanha: Luta pelo fim da cultura do estupro. JORNALISMO PARA INTERNET: Jéssica Welma de Assis Gonçalves, do Portal Tribuna do Ceará, com a equipe integrada por Roberta Coelho Tavares Aguiar, Rafael Luís Azevedo, Jéssica Fernanda Leite Moura, Emílio Moreno da Silva Neto, Jackson Douglas Santos da Cruz e Mayara Roberta Rodrigues Albuquerque. Matéria: Viúvas do Trabalho CATEGORIAS ESTUDANTES TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC): Larissa Nobre de Sousa, da Faculdade 7 de Setembro (FA7), com trabalho intitulado “Rádio Livre: a ressocialização através da comunicação”. JORNALISMO: Carlos Eduardo Pereira Freitas, da Universidade Federal do Ceará (UFC), com o trabalho Verde Instante. De sua equipe fizeram parte Marcelo Andrey Monteiro de Queiroz, Aline Medeiros Mourão e Larissa Pereira dos Santos. PUBLICIDADE & PROPAGANDA: Amanda Oliveira Melo Murray, da Universidade de Fortaleza (UFC), com o trabalho “Em qualquer lugar, a qualquer hora”. A equipe foi composta por Germano Vieira Rocha, Marcella Dália Vieira, Nicácio Ramon Braga Lira e Yan Gurgel Esmeraldo. PRODUTOR DE CONTEÚDO ON LINE: Paula Ferreira Rodriguez Fernandes e Wellington Miareli Mesquita, da Agência Radioweb – São Paulo/SP. Matéria: Luz na Cracolândia: libertação das drogas Segundo a diretora de Comunicação da ABN, jornalista Ângela Marinho, a instituição, a cada ano, traz uma discussão para aprofundar a visão sobre a cultura de paz pela comunicação. “Neste ano, nossa proposta resgatou a inspiração maior da nossa identidade: boa notícia. A construção do nosso projeto está fundamentada no incentivo à divulgação de boas notícias. Mas o que seria boa notícia? O conteúdo que nós, profissionais de comunicação, produzimos hoje, é o que a sociedade quer consumir ou estamos oferecendo um produto que gera desconfiança, ódio, desesperança e medo? Como podemos construir pautas positivas se manipulamos a informação em nome das conveniências, se expomos a humilhação do desempregado para provocar emoção no telespectador, se exibimos o sofrimento de quem perdeu um ente querido para uma bala perdida ou o seu filho para as drogas, sem pedir licença?”, questionou Ângela. Mais informações: Agência da Boa Notícia – (fone: 85 3224 5509) / www.boanoticia.org.br
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