19/02/2016

Professores da rede pública de Maracanaú deflagram greve geral

Em assembleia realizada nesta quinta-feira (18.02), os docentes votaram a favor da paralisação que se inicia na próxima quarta-feira (24). Conforme o Sindicato Unificado dos Profissionais da Rede Pública do Município de Maracanaú (Suprema), nesta sexta-feira (19), os docentes comunicaram a prefeitura sobre a greve e após 72h esta será iniciada. O sindicato diz ainda que a partir desta sexta os professores também avisaram os alunos e pais sobre a paralisação. A Prefeitura de Maracanaú, segundo o sindicato, propôs, no último dia 15, reajuste de 4% de aumento linear para os educadores. A proposta foi negada pelos docentes que reivindicam 11,36% de reajuste mais as perdas salariais dos últimos cinco anos. A categoria reivindica também recursos do antigo Fundef para a Educação, reajuste do auxílio alimentação, fim dos sábados letivos e renovação do Plano de Carreiras e do Estatuto do Magistério. Em relação à negociação do reajuste salarial dos professores de Maracanaú em 2016 e a decisão de estado de greve dos educadores do Município, a Prefeitura esclarece que, após cinco rodadas de negociação, propôs 4% de reposição de perdas, retroativo a janeiro, e mais o pagamento de dois salários (em uma única parcela, tendo como base a remuneração do profissional em dezembro de 2015). Isso equivale a um reajuste de 16,6%, percentual acima da inflação oficial do ano passado, que foi de 10,67%. O pagamento dos dois salários adicionais tendo como fonte os precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) estará condicionado a acordo a ser firmado com o Sindicato Unificado dos Profissionais em Educação de Maracanaú – Suprema. A Prefeitura de Maracanaú também propôs ao Suprema um reajuste de R$ 15 para R$ 17 por dia para o auxílio-alimentação, um aumento de 13,33%
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